Uma certa vez, quando era mais novo, conheci e me tornei amigo de Victor Pereira Ramos, um rapaz muito importante, valioso e inesquecível em minha vida. Uma vez ele fez uma pergunta interessante, me indagou o seguinte: “Rodrigo, para você o que era a vida?”, sendo assim, prontamente pedir algum tempo para pensar, o mesmo disse que ia a Secretária e depois retornava, em seu regresso, já estava com a resposta em mente, e lhe passei a resposta que ele certamente esperava vim de minha pessoa. Eis a resposta:

-> Vida para mim é como preenchemos cada segundo, cada minuto, cada hora, cada dia, cada mês e a cada ano que se passa, e as coisas boas e ruins que acontecem ao longo desse lapso temporal que nos acompanha, e ver cada novo nascer do sol e cada pôr-do-sol, cada noite de lua cheia, minguante, nova ou crescente. Enfim é saber que isso começa em nosso nascimento, mas vai ter continuidade até o dia de nossa morte. Tudo o que acontecer entre um e outro é o que chamaremos, afinal de contas, de vida.

Ele ficou um pouco surpreso com a resposta, mas nem tanto, já me conhecia a algum tempo, já fazíamos esse tipo debate desde o início do ano letivo naquele fatídico e iluminado ano. Mesmo sabendo que eu tinha entre 12 e 13 anos (completaria 13 anos em 04 de outubro) acreditava que eu era capaz de pronunciar palavras e textos tão belos como este e assim foi-se seguindo até nossa separação, a ruptura de um vínculo cotidiano, mas nossa amizade ainda persiste, essa nunca vai desaparecer, estejamos onde estivermos. Mas ao pensar e refletir sobre isso acabei por nesse momento em que escrevo, criar um pensamento e que gostaria de compartilhar com vocês:

“Todos sabemos que essa vida é passageira, mas não podemos simplesmente esperar que a morte chegue, de braços cruzados, precisamos fazer o máximo do que pudermos para vivermos muito bem e felizes. Mais importante do que ter uma boa educação, ter feito o ensino superior, tem um bom emprego ou viver adequadamente e de forma inesquecível a velhice é utilizar o tempo ao seu favor. Nada isso perde a importância, mas acima de tudo, viver bem e se fazer o que quer, independente de religião, cultura, educação, etc parece ser mais proveitoso, divertido e tenho plena certeza que mais interessante e que muitas pessoas iriam adorar ter uma vida assim. Por isso se querem mudar, comece pela sua mente e alma, voe o mais longe que sua mente e alma possam ir, façam o possível para realizarem seus sonhos, desejos e metas, pois somente assim é que todos teremos, de fato, prazer e orgulho de dizer que fizermos o máximo possível de coisas que gostaríamos de ter feito em nossa vida.”.

Sendo assim, não percam tanto tempo com besteiras, bobagens, tentando avaliar, julgar, menosprezar, diminuir ou fazer qualquer coisa contra o próximo, viva sua própria vida, viva cada momento, sinta-se bem e capaz de realizá-lo, não se preocupe somente com o trabalho ou emprego, mas com outras coisas também. Enfim, vai curtir sua vida da maneira que acha em condições de fazer.

Ele ficou um pouco surpreso com a resposta, mas nem tanto, já me conhecia a algum tempo, já fazíamos esse tipo debate desde o início do ano letivo naquele fatídico e iluminado ano. Mesmo sabendo que eu tinha entre 12 e 13 anos (completaria 13 anos em 04 de outubro) acreditava que eu era capaz de pronunciar palavras e textos tão belos como este e assim foi-se seguindo até nossa separação, a ruptura de um vínculo cotidiano, mas nossa amizade ainda persiste, essa nunca vai desaparecer, estejamos onde estivermos. Mas ao pensar e refletir sobre isso acabei por nesse momento em que escrevo, criar um pensamento e que gostaria de compartilhar com vocês:

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